segunda-feira, 23 de setembro de 2019

ato contra a devastação da fauna e da flora


Foi lindo de se ver na 6ª feira passada, dia 20/09/2019, todos os jovens do planeta Terra saindo às ruas para cobrarem das autoridades ações efetivas contra a devastação do meio ambiente. Este sim é um movimento que vale a pena, não aqueles protestos de rua que proíbem o direito de ir e vir das pessoas, de cunho estritamente político partidário, cujos participantes haviam divulgado nas redes sociais que iriam se misturar aos atos contra o aquecimento global que ocorreram em 150 países, incluindo o Brasil. Esses atos sim têm uma finalidade única que pode beneficiar toda a humanidade e não somente a um grupinho com segundas intenções. O Movimento desses jovens deve ser constante para dar a oportunidade a eles e aos nossos descendentes de terem uma excelência na qualidade do ar que respiramos e a pureza das águas dos rios e mares da forma como nos foi entregue pelo criador do universo. Veja abaixo só um exemplo do que o efeito estufa está fazendo no Círculo Polar Ártico.
Eu vejo essa diferença entre esses inteligentes jovens e aqueles recrutados por políticos de má intenção, a mesma entre as pessoas de gosto musicais duvidoso, que preferem ouvir música ruim e sem conteúdo, e os que aprendem desde cedo à só ouvir melodias com boas mensagens. Sobre o segundo exemplo, cito aqui à compositora e cantora Marisa Monte que compôs uma canção que lembra um ambiente em que todo o ser humano gostaria de estar inserido. Ela sabe dar luz aos seus sentimentos e captá-los junto às suas emoções, formando o conceito de suas experiências vividas, mergulhando nelas e organizando-as com o ritmo, a estrutura e a cadência das palavras para encaixá-las perfeitamente em uma melodia. Diferente daqueles compositores que para editar novos trabalhos apressados, visando lucros, “enchem linguiças”, como dizia um falecido amigo meu, com palavras repetitivas que muitas vezes só fazem explorar o sexo e denegrir a imagem das mulheres, e tendo ainda a ajuda daquelas que tornam essas músicas em sucesso até internacional. Clique no link abaixo para saber ou relembrar o que uma música boa pode dissertar sobre uma natureza sem mácula:   


quinta-feira, 19 de setembro de 2019

o livro como pai
Quem não tem uma história no seio da família sobre algum parente que lutou muito na vida, porém conseguiu subir até aos últimos degraus dos seus sonhos, tornando-os realidade? Eu conheço essa história de superação de duas criaturinhas que mais amo nesta vida que subiram na vida sem precisar roubar ou se prostituir. Uma é a minha esposa e a outra minha filha. Ambos os exemplos muita gente já conhece, porém eu não poderia deixar de registrá-los neste meu LIVRO DINÂMICO que é o meu Blog. A primeira saiu do campo aos doze anos de idade ainda analfabeta, onde não havia escola por perto, para ir morar com uma senhora em Maceió, Alagoas, a qual havia lhe prometido lhe matricular numa escola. Esta mulher lhe enganou e a sua salvação foi outra senhora que a trouxe para o Recife e lhe deu toda a assistência e a encaminhou ao primeiro degrau que ela precisava para começar a galgar os seus sonhos de ser uma pedagoga. Hoje ela tem dois empregos conseguidos através de concurso público e duas formaturas de nível superior. Além de Pedagoga, ela concluiu o curso de Direito. O segredo? Além de persistência, GOSTAR DE LER E ESCREVER MUITO, coisa que boa parte dos brasileiros detesta.

















A segunda, também amante dos livros e dos estudos, enfrentou o desafio de sofrer uma traumática separação de mim com a mãe dela. Ela foi morar com essa minha ex-esposa em outro Estado, sem que eu pudesse ajudá-las financeiramente. Ela sentiu muito a minha falta e eu a dela, mas eu não podia fazer nada com o parco salário que percebia na época. Nem o dinheiro da passagem do ônibus eu dispunha para ir visitá-la em outro Estado. Eu só pedia a Deus para que aquela criaturinha, de olhos da cor que eu não sei se eram verdes ou azuis como os da avó dela, fosse sempre abençoada e que tivesse o melhor que o mundo pudesse lhe oferecer. E minhas preces foram ouvidas. Hoje ela é uma das melhores médicas cardiologistas do Estado onde mora, e trabalha nos melhores hospitais de lá, e ainda é requisitada por outros, aos quais ela não pode mais atender por falta de tempo disponível. Como dizem algumas estrofes da letra da música “BLESSED” (abençoado)  do Elton John: “Você é uma criança na minha cabeça / Você ainda não anda / Suas primeiras palavras ainda não foram ditas / Mas eu juro que você será abençoado...////... Eu preciso de você / antes de ficar velho / para te ter e te abraçar”. Atualmente, esses abraços já conseguimos dar nas férias, anualmente, para aproveitarmos o tempo que nos resta aqui na terra, e assim poder compensar os longos anos em que estivemos separados. Veja o clipe da aludida canção com a sua tradução abaixo:


quarta-feira, 18 de setembro de 2019

A SANDÁLIA unissex da anitta

Unissex no mundo ocidental moderno e em algumas outras regiões do mundo refere-se a coisas (vestuário, penteados, etc.) que podem ser usados indistintamente por ambos os sexos. O termo foi criado na década de 1960  e é de uso informal. Embora o prefixo uni- provenha do latim unus significando "um", o termo parece ter sido influenciado por palavras tais como unidos e universal, significando que uni- tem o sentido de compartilhado. Neste sentido, pode ser definido como compartilhado por ambos os sexos. Cabeleireiros e salões de beleza que servem tanto a homens quanto a mulheres são frequentemente citados como unissex. Porém, ainda existem produtos que mesmo sendo dirigidos a um determinado sexo, também é cobiçado pelo sexo oposto, sem que seja considerado unissex.
Certa vez eu vi a propaganda de uma linda camisa na televisão advinda de uma loja chamada “Lady Eva” (moda evangélica). Na época essa loja se localizava no shopping Costa Dourada no Cabo de Santo Agostinho. Desloquei-me de Olinda para lá, junto à esposa, e chegando nessa loja pedi à atendente que descesse da prateleira a camisa que eu tanto admirava pelo meu televisor. Ela sorrindo me revelou: “Senhor, esta ai não é camisa. É uma blusa e ainda tem pinças nos dois lados para delinear a cintura da mulher”. A frustração foi grande e para não perder a viagem, comprei-a para a esposa, além de um par de sapatos para mim. De outra vez avistei um lindo par de sandálias da marca Ipanema na bodega onde faço as compras semanais. Ainda perguntei ao bodegueiro se as mesmas eram para mulher ou para homem. Como ele respondeu que não sabia, eu comprei e passei a usá-las em ocasiões especiais. Tamanho foi o susto quando a minha esposa me disse que viu a cantora Anitta fazendo propaganda dessa bonita sandália, direcionada ao uso feminino. Clique no vídeo abaixo para vê-la cantando a música do filme "Uma linda mulher" em forma de propaganda da Ipanema 



Como achei o seu bonito design diferente de outras sandálias e seguindo aquela tradição que homem veste azul e mulher veste rosa, continuarei a usar essa “sandália da Anitta”, pois a minha é da cor masculina (segundo dizia a vovó). Porém, hoje isso é uma bobagem, uma vez que nos lugares aonde vou ninguém nem nota que estou usando uma marca feminina de sandália. Já foi o tempo em que os amigos ao redor se importavam muito com esses detalhes. Antigamente, quando as pessoas ainda não aproveitavam qualquer brincadeira para denominá-la de “ofensa” no sentido de ganhar indenização por danos morais, se estivéssemos usando algum produto que lembrasse um artigo feminino, algum amigo perguntava: “Na loja onde tu compraste este produto, tinha para homem?”. Eu sempre respondia: “Tinha, mas acabou. Este foi o último”. Mas, acredito que como eu, deva existir homem com a alma feminina sem que isso fira o seu lado masculino. O compositor e cantor Pepeu Gomes já gravou uma música que fala sobre essa dualidade. A canção intitula-se “Masculino e Feminino”. Confira abaixo, dando um clique em cima do link.


terça-feira, 17 de setembro de 2019


A IMPORTÂNCIA DOS COLUNISTAS PARA OS FORMADORES DE OPINIÃO

Para você que gosta de estar sempre bem informado e não quer cair nas armadilhas mentirosas dos fake news, precisa ler jornais que não sejam também tendenciosos. Os jornais impressos de todo o mundo têm suas seções onde jornalistas refletem sobre os mais diversos assuntos expondo suas opiniões, são os chamados “colunistas”. Muitos atravessaram os novos tempos incólumes com estilo inconfundível e qualidade impecável. A internet também é um fator positivo para os colunistas, pois ela está forçando uma natureza mais analítica dos jornais impressos, já que sua instantaneidade dá conta e melhor do texto noticioso. Bons jornais, que pretendem a pluralidade, precisam de articulistas, de preferência, mas não necessariamente jornalistas. Gente que não opine por opinar, mas que faça leitura e interpretação do que os fatos sugerem e muito, na maioria dos casos, do que os fatos “ocultam”, que num primeiro olhar pode passar despercebido (e isso Igor Maciel do Jornal do Commercio faz muito bem). Dispensável dizer que os colunistas precisam de “estofo” intelectual e humanista, além do texto que não basta ser bom, mas um texto que tenha “assinatura”, estilo, autenticidade. Articulistas/colunistas são imbuídos de uma grande responsabilidade: formar opinião pública e despertar a criticidade de seus leitores.
No Jornal do Commercio, encontramos bons colunistas e autores de artigos semanais que estão inseridos nesta avaliação. Nomes como Cláudio Humberto, Fernando Castilho, Igor Maciel (já citado), José Teles, José Paulo Cavalcanti Filho e Ronnie Duarte, fazem a diferença deste para outros jornais. E tem ainda a coluna “Voz do leitor” sob o comando de Amanda Azevedo, onde os leitores e missivistas expõem as suas opiniões sobre assuntos diversos. Alguns deles lêem as minhas crônicas escritas no meu blog de segunda a sexta feira. Inclusive, ontem, Raimundo Carrero me revelou que o desprezo à polpa do coco verde não é um ato de burrice somente do nordestino, pois em Las Vegas também se verifica isso. Já o jurista e escritor José Paulo Cavalcanti Filho tem insistido para que eu escreva um livro, mas como o meu intuito não é comercial, uso este meu “Livro dinâmico” onde contém fotos, gifs e clipes musicais para expor as minhas opiniões de segunda à sexta feira sobre temas diversos. Como disse o advogado e ex-presidente da OAB Pernambuco em seu artigo do dia 14/09, Ronnie Duarte: “Verdadeiramente bem sucedido é o indivíduo que consegue seguir em paz, ver a riqueza das coisas mais simples e, sobretudo, ser feliz”. Dentro dessa simplicidade eu fico contente por estar mesmo inserido no prognóstico do que disse o meu signo (câncer) no dia 15/09: “Momento de boa sintonia com a sabedoria intuitiva. Há um sentimento de compreensão ampla a respeito das pessoas. Você se comunica com excessiva ênfase e imposição”.
Pela internet também podemos acompanhar as notícias fidedignas nos blogs de jornalistas de renome, como o do poeta, escritor e jornalista, Robson Sampaio, que possui boas fontes de notícias que lhe fornecem matérias onde muitas vezes não encontramos nos jornais. Mais o importante é ler e escrever para desenvolver o raciocínio lógico, a forma adequada de escrever e interpretar o que lê. Com isso podemos melhorar a nossa desenvoltura nos concursos públicos. Com o meu blog, eu tenho alcançado vários tipos de público, com uma quantidade regular de acessos a ele, considerando que não se trata de um noticiário e sim pensamentos isolados de uma pessoa. Ontem completei trinta crônicas, com uma média de mais de trezentos acessos por crônica, ou seja, nove mil acessos até agora, considerando ainda àqueles leitores que estão em outros países.
Crônicas do Cláudio Melo
16/09/2019
Entrada Visualizações de página
Brasil 324
Estados Unidos 15
Alemanha 5
Argentina 3
França 3
Itália 3
Suíça 1
Camarões 1
Para encerrar, escolhi como fundo musical desta crônica, a música “Pela internet” do Gilberto Gil. Dê um clique no link abaixo para ouvi-la e conferir a sua letra em Português e inglês: 

segunda-feira, 16 de setembro de 2019






A POLPA DO COCO VERDE DESPREZADA
Caro leitor, quando os sulistas chamam o nordestino de “Paraíba” todo mundo recrimina. Mas o que dizer de um povo que não sabe nem da importância nutricional daquilo que ingere? Você já olhou para dentro daqueles tonéis que existem ao lado dos quiosques que vendem COCO VERDE? Quantos deles estão partidos ao meio e quantos estão inteiros? Você constatará que mais de noventa por cento estão inteiros, só com aquele buraco feito em sua extremidade, o qual foi aberto para o comprador tomar a sua água e DESPREZAR a sua POLPA. Moral da história: os fregueses do barraqueiro não pediram para ele abri-lo e comer a sua POLPA, bem mais rica em nutrientes do que a própria água. Por conter também bastante gordura BOA e fibras, a POLPA DO COCO VERDE ajuda na saciedade e pode ser um aliado na perda de peso, segundo a nutricionista Renata Guimarães do Oba Hortifruti. Além disso, a água de coco hidrata os cabelos e também é antibacteriana e antifúngica, prevenindo caspas e irritações.
O COCO VERDE não perde o posto de símbolo tropical, associado à praia, turismo e lazer, e por isso mesmo é um fruto tipicamente nordestino que infelizmente o seu povo não sabe usufruir totalmente dos seus nutrientes. A sua água levemente adocicada, além de hidratar a pele, é rica em sais minerais e pobre em açúcar. Inclui sódio, potássio, cálcio, magnésio, ferro, zinco, cobre e vitaminas do complexo B, indicado para quadros de vômito e diarréia. Ainda fortalece os ossos e evita câimbras, segundo ainda a nutricionista Renata. É, mais a pobre POLPA, desprezada e chorosa no fundo do COCO VERDE e dentro dos tonéis, vai muito mais além no quesito de benefícios para a saúde do que a sua própria água. Boa parte dessas pessoas que não comem a POLPA DO COCO VERDE deve ser também aquela fanática pelos venenosos refrigerantes, e é ai que se acentua o nosso estigma de “Paraíba”, pelo menos no quesito alimentar. A música “Tarde em Itapuã” de Vinícius de Moraes já diz que “beber uma água de coco / é bom”. Só esqueceu de avisar para não desprezarmos a sua polpa. Vejamos abaixo o clipe desta canção.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019


Unidos para sempre
 

Segundo reportagens na mídia neste ano de 2019, as mulheres brasileiras dedicam duas vezes mais tempo que os homens em afazeres domésticos e cuidados com outras pessoas do lar. Em 2018, elas dedicaram 21 horas semanais, enquanto os homens 11 horas. Nos anos 60, essa proporção deveria ser em torno de 97% do tempo dedicado aos afazeres do lar pelas mulheres e somente 3% pelos homens, mesmo assim eles só voltavam às suas atenções para a parte estrutural da moradia, como consertar telhados e torneira vazando, pintura da casa, etc. Mas, naquela época eu já assistia ao meu pai ajudando a minha mãe em algumas tarefas. Por exemplo, enquanto ela preparava um delicioso cuscuz, ele ralava o coco seco para extrair o seu leite e assim ensopar essa iguaria.
Por isso, assimilei que sendo o lar dos dois, ambos têm que se dedicar aos seus afazeres em proporção igual. Lá em casa quem cuida de colocar a roupa na máquina de lavar, estendê-la e engomá-la sou eu, além de cuidar de uma parte da limpeza. A esposa, cozinheira de “mão cheia” de forno e fogão, prepara os alimentos, lava as louças e higieniza o piso da casa e do banheiro. E quando eu vou para os sítios dos nossos parentes, gosto de lavar as roupas batendo-as nas pedras, engomá-las com ferro à brasa, fazer o fogo à lenha e levar o jacaré de estimação para passear. Falando nisso, certa vez anunciei que o dono desse sítio das fotos queria uma companheira, não apareceu uma. Que bando de mulheres preguiçosas (rsrsrsrs...).


















Falando nesse assunto, atualmente as famílias só preparam os seus filhos para uma formação didática. Quase ninguém pensa em prepará-los para uma vida a dois que terão no futuro. Os pais não ensinam aos filhos a cozinhar e a realizar outras tarefas do lar, colaborando assim para a infelicidade deles no casamento. Nesse caso, os casais jovens só pensam em namorar, realizar passeios, curtir motéis, cinema, e procuram fazer um casamento pomposo para causar boa impressão aos convidados. Mas quando eles juntam os “panos de bunda”, como dizia a minha avó, a coisa muda de figura. Sem dinheiro suficiente para contratar uma empregada, a casa poderá virar um “campo de guerra”, pois nenhum dos dois sabe cozinhar e não estão dispostos a cuidar dos afazeres do lar.  Eu já vi esse filme (e muito) por ai.












Portanto, quando os meus netinhos vão lá para a minha casa, além de brincar com eles, eu peço a ajuda dos mesmos para tirar a roupa do varal e outras tarefas leves para eles já irem se acostumando com essas atividades também.  A mãe deles faz o mesmo. Falando em mulher e homem que não querem fazer nada em casa, tem uma música engraçada chamada “VÁ MORAR COM O DIABO” que a Cássia Eller gravou e eu mostro no clipe abaixo que extrai do youtube. Eu dedico ela aos preguiçosos do lar e à mulher que não quer fazer nada, inclusive cozinhar. Cliquem na figura abaixo.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

CARLOS BOLSONARO E A DEMOCRACIA

Como muitos brasileiros, eu também não simpatizo com o vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, não só por ele causar alguns vexames na família, apesar de que isso é coisa natural entre as proles das melhores famílias, mas por ele também se intrometer em assuntos que não são da sua alçada. Porém, a sua publicação da mensagem em sua conta pessoal no Twitter na qual afirmava que “por vias democráticas a transformação que o Brasil quer não acontecerá na velocidade que almejamos” tem um fundo de verdade. E por acaso ele está mentindo ou exagerando em sua expressão? Eu acho até um milagre a reforma da previdência ter sido votada em apenas um semestre na câmara dos deputados. Quem não se lembra daquelas medidas que o presidente Lula conseguiu aprovar mais rápido em prol do povo, porém sob a força do tal “MENSALÃO”? Caso contrário elas ainda poderiam estar dormindo o sono dos justos nos arquivos do congresso. Outra coisa, para que serve uma democracia que mantém soltos os ladrões do erário que quase levam à bancarrota a Petrobras e que também deixaram uma herança de centenas de obras inacabadas, rodovias esburacadas, saúde e segurança em decadência. Em outros regimes eles estariam em prisão perpétua ou seriam fuzilados, por torrar o dinheiro dos nossos impostos em causa própria.  
Democracia somente para termos liberdade de expressão, sem a ação efetiva de um pulso firme contra os bandidos do colarinho branco, não serve aos milhões de desempregados que querem os seus empregos, seja em qual regime for, contanto que os projetos estruturadores não demorem tanto para serem votados. Os projetos dos ministros que desejam um progresso efetivo ao país pelas ações concernentes as suas pastas e que irão favorecer ao povo, sempre depende dessas votações de políticos que passam meses e anos para aprová-los, dependendo ainda se o “pirão” estiver em maior volume nos seus pratos e nos dos seus apaziguados. Eles também não querem perder os votos dos seus eleitores, caso votem em projetos polêmicos, mesmo sabendo que as medidas que agora se apresentam duras, irão beneficiar a todos no futuro. O ditado popular: “Se a farinha é pouca, meu pirão primeiro”, continua em voga desde o tempo do cativeiro. E enquanto houver democracia (onde alguém roubar galinha é preso, mas roubar milhões fica em prisão domiciliar) isso vai perdurar indefinidamente, com muita gente desejando o fechamento do STF e do congresso, onde o jogo do poder fala mais alto do que as necessidades dos brasileiros. O cantor Bezerra da Silva gravou a música “MALANDRO MODERNO”, onde diz que a sorte dele é viver no país da impunidade. Confira: